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AUTISMO

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terça-feira, 15 de julho de 2008

DINÂMICAS DE GRUPO



Quando falamos as palavras DINÂMICAS DE GRUPO para nossos colegas de trabalho, geralmente ouvimos o comentário: "que bom, vamos descontrair, brincar um pouco, repor as energias".

Que delícia se tudo fosse assim!!!

O aspecto lúdico da DINÂMICA realmente é um componente muito forte, é um grande facilitador no alcance dos objetivos propostos.

Entretanto a palavra ‘’brincadeira’’ não é real.

Devemos, como profissionais que utilizam esta TÉCNICA, orientar nossos colegas quanto à importância do uso de termos adequados para que nosso cliente interno ‘’acostume o ouvido’’ e associe DINÂMICA DE GRUPO à facilitação, sensibilização, proximidade.

Para que o uso de DINÂMICAS tenha o efeito técnico esperado, é preciso:

Conhecer tudo o que for possível sobre o público alvo.

Adaptar os exercícios à realidade da empresa, considerando desde os materiais e recursos disponíveis até as políticas organizacionais. Neste aspecto a habilidade de negociação é fundamental.

Ter amplo e total domínio sobre a técnica e suas possíveis conseqüências.

Avaliar o público-alvo antes e depois do emprego dos programas, caso contrário é impossível verificar resultados.

As organizações não esperam que seus funcionários sejam ‘’robôs’’, que simplesmente repitam comportamentos sem questionar, sem avaliar, sem entender conceitos.

É preciso que o Facilitador auxilie os profissionais a:

- resgatar o INTERESSE e o AMOR pelo trabalho;

- utilizar sua criatividade no dia a dia, nem que seja ‘’criando espaços para criar’’;

- praticar, efetivamente utilizar a aprendizagem no trabalho.

Depende de nós, então, utilizar – PRIMEIRO CONOSCO – a criatividade, flexibilidade, interesse pelo outro, empatia e amor e auxiliar na promoção das mudanças e transformações que, na atualidade, simplesmente acontecem, independente da vontade ou motivação para mudar.

Terapia do Abraço

Pesquisas já comprovaram que o ser humano, independente da cultura, tem necessidade (física e psicológica) de tocar e ser tocado.

Este toque é tão importante que as crianças, quando não acariciadas ou abraçadas, forçam situações para que seus pais utilizem a força física contra elas. Neste processo inconsciente recebem algum tipo de toque que, por mais negativo que seja, é melhor do que a indiferença.

As culturas ocidentais, se não todas ao menos a maioria, têm como hábito o toque entre as pessoas como sinal de relacionamento.

O abraço, ao contrário do que possa parecer, pode transmitir / proporcionar efeitos positivos e negativos.

· Você já teve a sensação de receber um abraço forçado de alguém? Como é esta sensação?

· Já se sentiu também forçado a abraçar outra pessoa? Neste caso, como se sentiu?

· que me diz daquele abraço cujo toque acontece do ombro para cima, ou seja, o restante do corpo mantém-se distante?

· Há também aquele abraço de corpo inteiro, forte e caloroso. Já experimentou?

· E aquele abraço de lado, com os braços entrelaçados atrás do corpo (como namorados, por exemplo) que pode acontecer parado ou caminhando? Quais sensações transmitem?



Pois é, o abraço é muito mais do que um simples toque ou uma gostosa sensação de aconchego e prazer momentâneo. Por ter efeito duradouro, é responsável pela saúde mental e física do ser humano.



Sabe-se que uma criança constantemente abraçada ou acariciada tem maiores possibilidades de ser um adulto:

· Seguro

· Afetivo, amoroso

· Sem receio de demonstrar seus sentimentos

· Que utiliza melhor sua comunicação verbal e não verbal

· Com as inteligências prática e emocional melhor desenvolvidas

· Que se sente aceito pelo meio no qual vive



Veja outros benefícios do abraço:

· Melhora o "stress" aliviando a tensão

· Propicia sono mais tranqüilo e repousante

· Diminui - ou acaba - com a solidão

· Auxilia na construção da auto-estima

· Ativa a circulação sangüínea

· Mexe com músculos e ossos

· Facilita o alongamento do corpo

· MELHORA E MANTÉM O BOM HUMOR

Podemos concluir, então, que o abraço tem elevado poder de formação e cura.

Se você quiser ser um "terapeuta do abraço" no ambiente em que vive (social, familiar, profissional) é importante:



1. Ter interesse genuíno pelo ser humano. Não adianta mostrar algo que você não é.

2. Manter suas antenas perceptivas e sensitivas SEMPRE ligadas. São elas que lhe darão o sinal verde para abraçar alguém ou não.

3. Ser responsável pelos seus atos porque a reação ao abraço não é, apenas, imediata.

4. Aprender a diferenciar diversos tipos de abraços. Por exemplo: abraços de conforto, carinhosos, amigos, são diferentes de abraços apaixonados.

5. Aprender a transmitir verdadeiramente o que sente, facilitando que o outro perceba da mesma forma. Seu colega de abraço provavelmente responderá com o mesmo tipo de abraço que está recebendo.

6. Ser corajoso. "Partir para o abraço" vai deixá-lo mais visível.

7. Respeitar o outro. Nem sempre você vai abraçar alguém que gosta de ser abraçado ou vai acertar no momento. Aprenda a lidar com a possível frustração de não ser tão bem recebido quanto gostaria.

8. Aprender a pedir abraços quando sentir necessidade e não os tiver. Aprender a falar "obrigado" após um abraço. São atitudes de humildade que aproximam pessoas.

9. Conter os exageros. Os abraços são contatos "fortes" e não podem correr o risco de se tornarem banais.

10. Estar aberto ao abraço, também, para recebê-los.

O objetivo da citação destes itens não é ditar regras mas fornecer - didaticamente - subsídios para questionamentos. Ser um "terapeuta do abraço" requer grandes doses de observação, reflexão e mudanças (atitudinais e comportamentais).

Agora responda:
Como está o abraço em sua vida?

Bibliografia complementar:

Keating, Kathleen. A Terapia do Abraço, volumes 1 e 2. Editora Pensamento.

Liderança para Líderes

A literatura mundial nos contempla com livros, revistas, sites na Internet, seminários, cursos sobre como obter sucesso, como ser melhor filho (ou melhor pai), como influenciar pessoas, como fazer amigos e tantos outros "como".

Parece que o homem está à procura de fórmulas mágicas, não é mesmo?

Entretanto, para ser líder, a magia não funciona. Ninguém dorme subordinado e acorda líder. Mesmo se você for promovido!!!

Muito se tem estudado e perguntado a respeito de liderança. Cada teórico quer deixar sua marca na humanidade como o único a ter pensado "neste" ou "naquele" aspecto da liderança.

Características como comunicação, relacionamento interpessoal, visão, meio ambiente, cultura organizacional, sexo, dentre outras, têm sido alvo de pesquisas para se tentar chegar a uma compreensão maior e melhor sobre o que é liderança e o que é um líder.

Sabe-se que a mulher agrega valores como emotividade, sensibilidade, uso maior da intuição como diferenciais em seu estilo de liderar.

O homem, por sua vez, tem como diferenciais a capacidade estratégica, a lógica e a razão. Vemos, então, questões como:

O líder nasce ou se transforma em líder?
Pode-se aprender a ser líder?
Quem é melhor líder: o homem ou a mulher?
Qual inteligência ajuda mais na liderança: a prática ou a emocional?
O grupo tem realmente a "cara" do líder?

Concluímos, com tudo isso, que diversas características são importantes para exercer a liderança. Pela nossa cultura, algumas delas a mulher tem maior facilidade de colocar em prática; outras, o homem. O importante é efetivá-las.

Por nosso estudo e observação, chegamos à conclusão que são necessários diversos itens para que a liderança se efetive, ou seja, o LÍDER reúne, simultaneamente, características e condições que lhe permitem exercer este papel. Vamos chamá-los de "Preceitos da Liderança".

PAPEL. A liderança é um estado; líder é um papel, uma responsabilidade.

CRENÇA NO HOMEM. O líder demonstra interesse real e genuíno pelas pessoas. Gosta de trabalhar com gente. Acredita e estimula o poder pessoal individual. Acredita que o outro PODE.

FACILITADOR. É um agente de mudanças: sensibiliza, conscientiza e estimula o comportamento de mudança.

INCENTIVADOR. Incentiva a reflexão, a criatividade, a ação e a auto-motivação. Potencializa o poder das pessoas e as estimula a utilizá-lo.

COLABORADOR. Promove e incentiva o ambiente colaborador e o bom relacionamento interpessoal.

EMPÁTICO. Tem a capacidade de colocar-se no lugar do outro, entendendo-o, sem deixar de ser ele mesmo.

VISIONÁRIO PROATIVO. É capaz de ver e projetar, a curto, médio e longo prazos, estratégias e objetivos e de colocá-los em prática hoje, antecipando acontecimentos. Faz acontecer.

COMUNICADOR OUVINTE. Sabe transmitir suas idéias e ouvir o próximo. Coloca-se no mesmo nível do outro.

INSPIRADOR. Seu "modelo" é seguido pelo grupo.

PAIXÃO PELO TRABALHO. É o combustível para o efetivo alcance de seus objetivos.

Descubra seu caminho e vá à luta

CARTA A SI PRÓPRIO



Objetivos

Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, auto-motivação, absorção teórica

Participantes

Indiferente

Recursos

Envelope, sulfite, caneta

Tempo

20 min

Instruções

* Individualmente, cada treinando escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).

· Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.

· Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).

· O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).



TÉCNICA DOS CONES

Objetivos

Levantamento de expectativas, posição em relação ao grupo / empresa

Participantes

Indiferente

Recursos

Papel cartão branco (ou quadrado de madeira), cones (industriais) de linha de diversos tamanhos e cores (pode-se usar cubos, triângulos desde que de tamanhos e cores desiguais), etiquetas adesivas

Tempo

20 min

Instruções

· Cada participante escolhe um cone que o represente e cola uma etiqueta com seu nome.

· O Facilitador coloca um objeto (de preferência não muito pequeno) com o adesivo CURSO colado, no centro do papel cartão que, por sua vez, é colocado no meio da sala.

· Ao comando do Facilitador, todos os participantes, simultaneamente, "colocam-se" (cones) em relação ao "CURSO".

· Solicitar que façam breves comentários sobre as posições assumidas.

· O papel-cartão deve, cuidadosamente, ser colocado em um local neutro da sala, pois o exercício será retomado.

· Ao término do evento, o papel-cartão é colocado novamente no centro da sala e, ao comando do Facilitador os participantes, simultaneamente, podem "rever" sua posição em relação ao "CURSO".

· Retomar individualmente os posicionamentos e alterações (como se sentiu no começo dos trabalhos e ao final deles).

· VARIAÇÃO: alterar a figura central para EMPESA, GRUPO, TRABALHO, etc.

FONTE: INTERNET

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